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25.01.2011 | admin

TechBiz Forense Digital participa da Cyber Warfare Conference 2011

Foto: Renato Maia

Diretoria viaja para Londres para conferir como as forças de defesa do mundo estão lidando com a chamada Guerra Cibernética; Guidance e NetWitness são patrocinadoras do evento.

Os diretores da TechBiz Forense Digital já estão em Londres para participar da Cyber Warfare Conference 2011, que começa amanhã, dia 26, e vai até o dia 28 de janeiro. Se no ano passado o evento reuniu 160 pessoas de 18 países, este ano a mobilização deve ser ainda maior, afinal, a chamada Guerra Cibernética tem sido tema estratégico para exércitos, marinha, aeronáutica, acadêmicos, empresas e políticos de diversas nações. Especialmente a partir de junho de 2010, quando foi descoberto o worm Stuxnet.

Desenvolvido para espionar e reprogramar sistemas industriais, o Stuxnet é considerado um dos grandes motivadores da mobilização das forças nacionais de defesa na luta contra ameaças cibernéticas. O vírus – cujo alvo era os sistemas de controle de automação e monitoramento industrial conhecidos pela sigla SCADA – afetou diversos países, como Irã, Indonésia, Estados Unidos, Austrália, Inglaterra, Malásia e Paquistão.

Mas, se a preocupação dos Estados se acirrou no ano passado, muito antes a TechBiz Forense Digital já investia no desenvolvimento de parcerias internacionais para trazer aos órgão públicos e empresas privadas brasileiras hardwares e softwares de combate ao crime digital. Duas dessas empresas parceiras, a Guidance Software e a NetWitness, ambas dos Estados Unidos, são patrocinadoras da Cyber Warfare Conference.

“Somos especialistas em tecnologia de resposta a incidentes e parceiros dos principais fornecedores dessa área. Além de estarmos muito próximos dos fabricantes temos grandes clientes e conhecemos as suas necessidades”, diz o diretor técnico da TechBiz Forense Digital, Renato Maia. “

“CyberWarfare é um assunto cada vez mais relevante no mundo atual – como mostram os relatos na imprensa sobre Stuxnet, espionagem e ataques contra entidades governamentais. E, obviamente, também no Brasil que ativou, ano passado, o Núcleo do Centro de Defesa Cibernética do Exercito”, explica Maia, sobre a importância da participação da empresa no evento.

Temas

 
Renato Maia foi para Londres, juntamente com o diretor executivo da TechBiz Forense Digital, Giovani Thibau e o gerente comercial, Rodrigo Vilanova, além de alguns clientes convidados pela empresa. Nos três dias de evento, eles irão conferir casos de sucesso no combate ao cibercrime em países como Estados Unidos, Reino Unido, Canadá, Alemanha e Bélgica.

Entre os temas das palestras, exercícios de defesa cibernética praticados pelas Forças Armadas alemãs; o desenvolvimento das capacidades de cyber defesa na Bélgica; a análise da rede e a identificação de intrusos potenciais feitas na Holanda; uma visão dos computadores como armas de guerra, segundo a experiência da Unidade de Cyber Consequences, dos Estados Unidos; e as leis internacionais que permeiam a Guerra Cibernética; entre muitos outros assuntos. 

SAIBA MAIS

Confira alguns temas que serão abordados na Cyber Warfare Conference 2011:

• A visão do departamento militar norte-americano sobre os alvos cibernéticos relevantes; sobre como os ataques virtuais irão contribuir com as operações combinadas das forças de comando; e como se engajar em defesas pró-ativas – encontrando, consertando e eliminando as ameaças virtuais.

• As respostas do Reino Unido às ameaças cibernéticas a partir da experiência do UK Office of Cyber Security e do GCHQ, com foco em seus quatro princípios de poder cibernético e a busca pela resistência virtual ao trabalhar juntamente com o setor privado.

• Estudos de caso internacional mostrarão como as forças militares estão desenvolvendo suas capacidades cibernéticas, incluindo a experiência nos Estados Unidos, Reino Unido, Canadá, Alemanha e Bélgica.

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Roberta Maia - roberta.maia@techbiz.com.br
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