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22.05.2012 | admin

Intercâmbio entre Brasil e EUA na CEIC 2012

Em Las Vegas, clientes da TechBiz Forense Digital compartilharam, nesta segunda, experiências em investigação de incidentes digitais com representantes da Best Buy e Bank of America, todos usuários da ferramenta EnCase, da Guidance Software

O Brasil está páreo a páreo com os Estados Unidos quando se trata de computação forense e investigação em mídias digitais. Esse foi o balanço dos participantes da mesa redonda promovida pela TechBiz Forense Digital e pela Guidance Software na segunda-feira, dia 21 de maio, na abertura do CEIC 2012 em Las Vegas.

De um lado da mesa, clientes privados da TechBiz Forense Digital da área de telecomunicações e energia; do outro, representantes da Best Buy e do Bank of American, clientes da Guidance Software – todos usuários do EnCase Enterprise. Os norte-americanos foram convidados a apresentar a experiência no uso de softwares e ferramentas de computação forense e responder possíveis dúvidas dos usuários brasileiros.

¨ O encontro de hoje (segunda) mostrou que não estamos atrás das empresas norte-americanas. Mais do que isso, foi uma possibilidade de integrar empresas e trocar experiências, o que é muito importante, especialmente para quem está ao lado da lei, agindo corretamente. Afinal, do outro lado, os cibercriminosos trocam constantemente informações¨, disse o diretor da TechBiz Forense Digital, Giovani Thibau que, juntamente com Jaime Rodrigues, ciceroneou os clientes durante um dos maiores eventos de investigação digital do mundo.

¨O encontro nos fez ter certeza de que estamos levando para o Brasil as soluções certas. A diferença é que os norte-americanos possuem equipes maiores para lidar com os incidentes digitais e estão totalmente conscientes de que poupam milhões de dólares ao automatizar e agilizar os processos investigativos com soluções de forense digital¨, completou Rodrigues, gerentes de negócios da TechBiz Forense Digital para São Paulo e Rio de Janeiro.

ROI
O rápido retorno sobre o investimento na tecnologia de computação forense foi um ponto abordado por ambos os executivos, representantes da Best Buy e do Bank of America. ¨O retorno que tivemos foi substancial, tanto que em 90 dias de uso do EnCase Enterprise alteramos o contrato que previa o licenciamento por dois anos para a perpetuidade¨, disse Kia Hakimi, diretor da Best Buy, empresa conhecida por suas grandes cadeias de varejo, mas que, na verdade, possui mais de 20 diferentes marcas em todo o mundo.

O conglomerado realiza análise forense em todos os seus equipamentos – de computadores, a smartphones e tablets até XBOX e PS3. ¨Como somos uma empresa que vende tecnologia, permitimos que nossos funcionários utilizem seus próprios equipamentos no ambiente corporativo, mas fazemos análise forense em todos eles¨, declarou.

Multiplicidade
Outra característica em comum aos dois players é o uso de mais de uma solução em seus processos. Os resultados encontrados pelo EnCase, por exemplo, são confirmados a partir da análise feita pelo FTK, da AccessData no Bank of America. O ArcSight, para correlacionamento das informações, também é utilizado por ambos, bem como o Cellebrite, para análise de celulares, entre outros.

¨Isso demonstra uma maturidade de processos. A combinação entre proatividade e reatividade envolve diferentes tecnologias, que envolvem o monitoramento ativo da rede, a geração de alertas que disparam investigações e análises mais aprofundadas do incidente. Percebemos hoje em dia que os especialistas forenses estão se expandindo para outras áreas e a forense está se tornando parte da Segurança da Informação, de Conformidade, afinal é comum que um evento de segurança desencadeie uma investigação¨, disse Larry Gill, da Guidance Software.

Frases

¨É muito bom que nossos clientes conheçam empresas que utilizam as soluções que oferecemos no Brasil e compartilhem depoimentos reais que mostram que essas tecnologias realmente funcionam e trazem retorno real aos negócios de diferentes companhias¨, Giovani Thibau, diretor da TechBiz Forense Digital
¨O encontro do dia 21, na CEIC, nos fez ter certeza de que estamos levando para o Brasil as soluções certas. A diferença entre as empresas brasileiras e as dos EUA, é que os norte-americanos possuem equipes maiores para lidar com os incidentes digitais e estão totalmente conscientes de que poupam milhões de dólares ao automatizar e agilizar os processos investigativos com soluções de forense digital¨, Jaime Rodrigues, gerentes de negócios da TechBiz Forense Digital para São Paulo e Rio de Janeiro.

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