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7.04.2014 | admin

Cellebrite apresenta laboratório portátil na LAAD Security

UFED TK é a novidade da Cellebrite no LAAD 2014

UFED TK é a novidade da Cellebrite no LAAD 2014

Israelense Cellebrite mostra no Rio de Janeiro tecnologia capaz de extrair provas criminais até de celulares que tiveram sua memória deletada.

Em meio a itens militares como armamentos pesados, veículos de combate e radares por satélite, a LAAD 2014 (Feira Internacional de Segurança e Defesa, de 8 a 9 de abril, no Rio) terá um espaço reservado para as novas tecnologias de inteligência e investigação voltados para a elucidação de crimes com base em celulares, smartphones e tablets. Na feira a israelense Cellebrite irá apresentar o UFED TK, um laboratório de criminalística digital portátil capaz de extrair, decodificar e analisar informações físicas e lógicas contidas em celulares, smartphones, tablets ou aparelhos de GPS. O objetivo da solução é permitir que os investigadores forenses possam levar para o seu trabalho de campo uma plataforma all-in-one, na qual se reúne ferramentas de investigação e produção de relatórios forenses antes disponíveis apenas no laboratório de criminalística.

Os investigadores podem levar ao trabalho de campo uma tecnologia capaz de desvendar qualquer tipo de informação contida na memória destes equipamentos, mesmo que tais informações estejam bloqueadas ou ainda que tenham sido deletadas pelo usuário. Mesmo em antigos aparelhos celulares da primeira geração, bem como em toda a gama de smartphones e tablets com sistemas iOS, BlackBerry ou Android. Ao todo, o sistema abrange mais de 12 mil perfis de dispositivos móveis, entre os quais estão milhares de equipamentos “genéricos” como os produzidos na China e que hoje são amplamente utilizados em todo o mundo.

Diferenciais

Entre os diferencias da UFED TK estão recursos para a decodificação de senhas complexas e para a quebra de toda a sorte de bloqueios físicos ou lógicos. O sistema é capaz ainda de analisar algoritmos criptográficos, incluindo a decriptação e decodificação bit a bit de dados armazenados em dispositivos BlackBerry.

De acordo com Frederico Bonincontro, diretor geral comercial da linha forense da Cellebrite para a América Latina, existe um enorme interesse dos setores de investigação e aplicação da lei pelos vestígios forenses capturados de dispositivos móveis.

O UFED TK concentra todas as aplicações avançadas da Cellebrite de extração, leitura e análise de informações capturadas em dispositivos móveis, incluindo aí os recursos que possibilitam até a reconstituição de dados apagados de forma acidental ou propositadamente.

A solução é construída sobre notebooks robustos, de classe militar, fabricados pela Panasonic, podendo ser empregada em condições ambientais adversas. Além das aplicações da Cellebrite, esta mesma plataforma pode abrigar soluções de investigação forense de outros fabricantes, tornando-se uma espécie de minilaboratório de criminalística completo para operações de campo.

A unidade traz pré-instaladas as ferramentas essenciais da exclusiva família UFED (Universal Forensic Extraction Device). Para a análise, decodificação de dados físicos forenses, o minilaboratório traz o UFED Physical Analyzer. Já o UFED Logical Analyzer realiza a análise de conteúdos e senhas e gera relatórios lógicos das extrações. Outra funcionalidade é o UFED Reader que permite aos usuários compartilhar relatórios de análise com outras pessoas autorizadas, enquanto o UPFED Phone Detective faz a identificação de telefones celulares a partir de seus atributos físicos.

Segundo Marcos Moraes, diretor da Cellebrite para a América Latina, os smartphones, tablets e aparelhos de GPS produzem uma vasta gama de informações que podem ser capturadas, cruzadas e analisadas produzindo insights e provas decisivas para a elucidação de crimes. “Mesmo quando estão fora de uso, esses aparelhos podem oferecer dados geográficos ou de tentativas de acesso que são altamente reveladores no contexto da investigação”, comenta Moraes.

Tudo isto, afirma ele, sem mencionar os detalhados registros de contato, os dados de navegação na web, as trocas de mensagens de texto, as imagens armazenadas, os arquivos de redes sociais, os recibos de pagamento móvel e memórias de aplicativos empregados usados pelo portador do aparelho.

“Este é um conjunto muito rico de informações que ajuda não só na elucidação de fatos objetivos, mas também na avaliação psicossocial da perfilação de hábitos e o histórico de ações do indivíduo por longos períodos de tempo”, prossegue.

O laboratório portátil da Cellebrite estará em demosntração no Estande B13.

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